sexta, 04 de abril, 2025

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Criptomoedas como refúgio da inflação: Argentina lidera adoção na América Latina

Argentinos recorrem a criptomoedas, principalmente stablecoins como Tether, buscando proteção contra a desvalorização do Peso Argentino

terça, 09 de julho, 2024 - 16:30

Redação MyCryptoChannel

A disparada da inflação na Argentina impulsionou a busca por criptomoedas como alternativa para proteger o poder de compra, impulsionando o país ao topo da adoção no hemisfério ocidental. Segundo analistas da revista Forbes, a Argentina supera todas as nações do hemisfério ocidental nesse quesito. 

O relatório da Forbes informa que os 130 milhões de usuários nas 55 maiores exchanges de cripto do mundo, 2,5 milhões são argentinos, representando a maior parcela em relação à população do país. 

Ao contrário da tendência global de memecoins, a preferência dos argentinos se concentra em stablecoins, principalmente o Tether (USDT). Essa escolha se justifica pela busca por estabilidade em meio à inflação do país, já que elas são projetadas para manter um valor estável em uma proporção 1:1 com o dólar americano.  

"A Argentina é um mercado atípico, onde muitos compram USDT e não deixam espaço para outras criptomoedas", explica Maximiliano Hin, chefe da Bitget na América Latina. "Não vemos isso em nenhum outro lugar. Os argentinos compram Tether à vista e não fazem nada com ele.” 

A Argentina ainda enfrenta desafios para regular o setor de criptomoedas. Em 2023, o país oficializou o uso do Bitcoin (BTC) em contratos jurídicos, mas ainda busca uma estrutura regulatória abrangente. 

Em abril de 2024, foram aprovados requisitos de registro para empresas de cripto, mas as principais exchanges, como a Binance, ainda não se regularizaram junto à Comissão Nacional de Valores (CNV), órgão regulador do mercado de capitais. 

Embora o governo argentino demonstre interesse em regulamentar as criptomoedas, a população ainda não tem acesso a serviços de criptomoedas totalmente regulamentados. "Até onde sei, não há exigência de licenciamento nos países da América Latina onde a Bitget opera", afirma Hin. 

 

 

Criptomoedas

Binance distribui token GUNZ (GUN) gratuitamente; veja como receber o seu

Aprenda como bloquear BNB, USDC e FDUSD na Binance para receber o token GUNZ sem custo

sexta, 28 de março, 2025 - 13:16

Redação MyCryptoChannel

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A Binance anunciou a distribuição gratuita do token GUNZ (GUN), criado pela Gunzilla Games. O novo ativo será disponibilizado por meio do Binance Launchpool, permitindo que os usuários da plataforma bloqueiem BNB, USDC e FDUSD para receberem o token sem custo. 

Binance vai dar criptomoedas? 

A distrubuição de ativos ficará gratuitamente aberta entre os dias 28 e 31 de março, com a listagem do GUN nas negociações de pares GUN/USDT, GUN/BNB, GUN/FDUSD e GUN/TRY.

Valorização do GUNZ (GUN)

A expectativa é que o token GUN possa ter uma valorização após sua listagem, especialmente devido ao histórico de valorização de outros tokens distribuídos pela Binance. 

Como exemplo, o token ACE, que teve uma valorização de 4.700% logo após sua listagem na exchange. Além disso, o NFP, que atingiu uma valorização de quase 4.000%, e o Sleepless AI (AI), que subiu 8.500%. 

O que é o token GUNZ? 

O GUNZ é um token nativo da plataforma de blockchain desenvolvida pela Gunzilla Games, um estúdio de jogos. 

A plataforma foi criada para integrar o jogo Off The Grid (OTG), um Battle Royale ambientado em um universo cyberpunk. 

No jogo, os jogadores podem transformar seus itens adquiridos em tokens não fungíveis (NFTs), possibilitando a venda ou troca no mercado do jogo ou em plataformas externas compatíveis.

 


 

Criptomoedas

Criptomoedas recuam com tensões comerciais provocadas por novas tarifas de Trump

Medidas protecionistas de Trump aumentam a volatilidade no mercado global e Bitcoin (BTC) vai a US$ 85 mil

quinta, 27 de março, 2025 - 17:15

Redação MyCryptoChannel

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A capitalização total do mercado de criptomoedas registrou uma queda de até 4% nesta quinta-feira (data), atingindo US$ 2,9 trilhões. O movimento ocorreu após o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarifas de 25% sobre veículos importados. 

A decisão de Trump de impor novas tarifas veio às vésperas do "Dia da Libertação", previsto para 2 de abril, e elevou as preocupações sobre um possível efeito cascata no comércio internacional. 

O presidente indicou que pode estabelecer sanções recíprocas aos parceiros comerciais dos EUA na próxima semana, inclusive ao Brasil. Isso também afetou a economia brasileira que registrou alta no Ibovespa e na cotação do dólar. 

Analistas da QCP Capital alertaram para o risco de que qualquer retaliação adicional por parte dos países afetados aprofunde a volatilidade do cenário comercial global.

 "O mercado é altamente sensível a mudanças macroeconômicas, e qualquer alteração significativa na política comercial pode impactar ativos de risco, incluindo criptomoedas", afirmou Ryan Chow, CEO da Solv Protocol.

Recuperação e PIB positivo 

Apesar do impacto inicial, os mercados financeiros conseguiram reverter parte das perdas ao longo do dia. Índices como S&P 500, Nasdaq Composite e Dow Jones registraram alta algumas horas após a abertura do pregão nos EUA. 

O Bitcoin, que chegou a cair para US$ 85 mil durante o pregão asiático, conseguiu se recuperar para US$ 86  no momento da publicação, segundo dados do CoinMarketCap. Já o Ethereum (ETH) recuou 0,37% nas últimas 24 horas. No mesmo período, a Solana (SOL), avança 0,67%.