sábado, 05 de abril, 2025

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CEO do Telegram é preso e Toncoin (TON) recua mais de 10%

Pavel Durov pode ser acusado por vários crimes pela falta de moderação da plataforma

segunda, 26 de agosto, 2024 - 16:45

Redação MyCryptoChannel

O fundador e CEO do Telegram, Pavel Durov, foi preso na França no último sábado (24). O Toncoin (TON), token nativo do aplicativo de mensagens, caiu 11% nesta noite, de US$ 6,806 para US$ 6,009.  

Nesta segunda-feira (26), o ativo é negociado em US$ 5,41 com queda de 9,03 % nas últimas 24 horas. Dados da CoinMarketCap apontam que o token caiu mais de 21% nesta semana.  

Durov foi alvo de um mandado da OFMIN, uma agência investigativa da França. Ele foi detido após viajar, com uma mulher e seu guarda-costas, do Azerbaijão para o aeroporto Le Bourget, em Paris. Segundo o site de notícias francês TF1, o empresário, que hoje mora em Dubai, não tem o costume de viajar pela Europa.  

O portal afirma que o Telegram, por falta de moderação, é acusado de ser cúmplice em casos de tráfico de drogas, crimes contra crianças e fraudes. Durov pode enfrentar acusações relacionadas a terrorismo, lavagem de dinheiro, conteúdos criminosos infantil, fraude e drogas.  

 "Pavel Durov acabará em prisão preventiva, isso é certo. em sua plataforma, ele permitiu que inúmeras ofensas e crimes fossem cometidos, sem que ele faça nada para moderar ou cooperar", afirmou um investigador do Escritório Nacional Antifraude da França (ONAF) ao TF1.  

A empresa informou em comunicado publicado pelo aplicativo que o “o Telegram segue as leis da UE, incluindo o Ato de Serviços Digitais — sua moderação está dentro dos padrões da indústria”. Além disso, o Telegram disse que o CEO “não tem nada a esconder”.  

"É absurdo afirmar que uma plataforma ou seu proprietário são responsáveis pelo mau uso dessa plataforma”, completou.  

Além disso, o presidente da França, Emmanuel Macron, negou que a prisão de Durov, seja “política”. 

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Imposto de Renda 2025: Quem precisa declarar e como enviar

O prazo para envio do IRPF 2025 vai até 31 de maio. Confira se você está obrigado a declarar e veja as opções disponíveis

sexta, 07 de março, 2025 - 16:06

Redação MyCryptoChannel

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A temporada do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025 está prestes a começar, e os contribuintes devem ficar atentos ao prazo de envio da declaração. A expectativa é que o período tenha início em 17 de março, uma segunda-feira, já que o dia 15, data escolhida normalmente, cairá em um sábado.

A entrega das declarações deve seguir até 31 de maio, mas, como essa data também será em um sábado, a Receita Federal pode ajustar o prazo final. Porém, as datas ainda não foram divulgadas.

Quem precisa declarar o Imposto de Renda em 2025

A Receita Federal confirmará as regras para este ano, mas a expectativa é que os critérios de obrigatoriedade sejam mantidos. Devem declarar o Imposto de Renda os contribuintes que, em 2024, se enquadraram em pelo menos uma das seguintes condições:

  • Receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 no ano;
  • Obtiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40.000,00;
  • Possuíam bens e direitos que, somados, ultrapassavam R$ 300.000,00 em 31 de dezembro;
  • Obtiveram ganho de capital com a venda de bens ou direitos sujeitos à tributação;
  • Exerceram atividade rural e tiveram receita bruta superior a R$ 169.520,00 ou desejam compensar prejuízos anteriores.
  • Pessoas que tiveram renda mensal de até R$ 2.259,20 em 2024 estão isentas da obrigatoriedade da declaração.

Como enviar a declaração

Os contribuintes poderão preencher e entregar a declaração utilizando diferentes plataformas disponibilizadas pela Receita Federal. As principais opções são:

  • Programa Gerador da Declaração (PGD), disponível para download no site da Receita;
  • Portal e-CAC, para quem possui conta gov.br com nível prata ou ouro;
  • Aplicativo "Meu Imposto de Renda", que permite o envio da declaração por celulares e tablets. 
     

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Deputado exige esclarecimentos sobre reconhecimento por íris no Brasil

Capitão Alberto Neto requisitou informações detalhadas sobre o sistema de reconhecimento por íris implementado no Brasil

quinta, 06 de fevereiro, 2025 - 18:25

Redação MyCryptoChannel

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Dúvidas sobre a World? Na última terça-feira (4), o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) protocolou um requerimento formal ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, solicitando informações sobre o sistema de reconhecimento por íris no Brasil. 

O documento, que carrega o número RIC 149/2025, foi enviado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.  

A solicitação, embora sem mencionar diretamente o nome da empresa Tools for Humanity, a responsável pelo projeto de reconhecimento por íris, menciona os riscos e desafios da implementação dessa tecnologia.  

O deputado destacou no requerimento que, em 2023, o Brasil iniciou a implementação do sistema de reconhecimento biométrico por íris, um movimento vinculado à modernização da identificação civil nacional.  

“Embora a iniciativa seja apresentada como uma inovação tecnológica, ela desperta questões relevantes sobre a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), a segurança das informações e os riscos à privacidade”, acrescentou Neto.  

Perguntas sobre escaneamento de íris 

 O requerimento enviado ao ministro Lewandowski inclui nove perguntas específicas sobre a gestão e a segurança do sistema de reconhecimento por íris. O deputado solicita que o ministro forneça esclarecimentos sobre os seguintes pontos: 

  • Quais medidas específicas estão sendo tomadas para proteger os dados biométricos? 

  • Como é feito o controle de acesso às informações? 

  • Existem auditorias independentes do sistema? 

  • Qual o processo de consentimento para coleta? 

  • Como os cidadãos podem acessar e controlar seus dados? 

  • Quais órgãos têm acesso às informações? 

  • Qual o custo total do projeto? 

  • Como é feita a validação da precisão do sistema? 

  • Existem planos de contingência em caso de falhas? 

Ações anteriores  

A iniciativa do deputado ocorre em meio a uma série de medidas regulatórias adotadas pelo governo.  

No mês passado, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) proibiu a Tools for Humanity de continuar oferecendo recompensas em criptomoedas em troca dos dados pessoais de brasileiros.  

A empresa também foi obrigada a identificar o encarregado pelo tratamento de dados pessoais em seu site. Esta ação foi acompanhada por um pedido do deputado Guilherme Boulos (PSOL) ao Ministério Público Federal, visando investigar a coleta de dados realizada pela empresa, especialmente quanto à possibilidade de uso indevido no futuro.