sábado, 19 de abril, 2025

Stablecoins

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Carteira é liquidada em US$ 30 milhões após queda nos preços do BNB

Procedimento foi aparentemente conduzido manualmente pela equipe de desenvolvedores do BNB Chain

segunda, 21 de agosto, 2023 - 12:13

Redação MyCryptoChannel

Uma carteira de destaque, envolvida em empréstimos de mais de US$ 150 milhões em stablecoins na plataforma Venus Protocol, sofreu uma liquidação drástica, resultando em uma perda de mais de US$ 30 milhões. A queda nos preços da criptomoeda Binance Coin (BNB) para US$ 209 foi o catalisador para essa liquidação, abalando a comunidade e atraindo atenção para os riscos inerentes ao mercado cripto.

 

A carteira, cujo histórico está associado a empréstimos substanciais na plataforma de empréstimos e empréstimos Venus Protocol, agora enfrenta as consequências da volatilidade do mercado. A liquidação em questão envolveu a venda de mais de 6,89 milhões de tokens Venus BNB (vBNB), que foram avaliados em aproximadamente US$ 30 milhões. O procedimento foi aparentemente conduzido manualmente pela equipe de desenvolvedores do BNB Chain, conforme uma votação de governança realizada em novembro de 2022.

 

A volatilidade no mercado de criptomoedas é uma característica bem conhecida e muitas vezes desafiadora para os investidores e participantes do ecossistema. O caso atual destaca a importância da gestão de riscos e da prudência ao lidar com empréstimos e negociações em criptoativos. A rápida queda nos preços do BNB, uma das principais criptomoedas do mercado, teve impactos significativos, resultando em perdas substanciais para a carteira envolvida.

 

Além disso, essa situação ressalta a complexidade da governança dentro dos ecossistemas de criptomoedas. A liquidação manual realizada pela equipe de desenvolvedores do BNB Chain, de acordo com uma votação de governança anterior, ilustra o papel ativo que as partes interessadas desempenham nas decisões que afetam a rede e seus participantes.

 

Embora o mercado de criptomoedas ofereça oportunidades de lucro significativas, também é acompanhado por riscos elevados e frequentemente imprevisíveis. A volatilidade dos preços pode levar a consequências financeiras consideráveis.

Stablecoins

Criptomoedas no Itaú? Banco analisa possibilidade de stablecoin própria

Guto Antunes, head de ativos digitais do Itaú, relata planos do banco, porém destaca a necessidade de aguardar regulamentação do Banco Central

quarta, 02 de abril, 2025 - 14:26

Redação MyCryptoChannel

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O Itaú quer acompanhar o desenvolvimento do setor de criptomoedas no Brasil. Durante um evento em São Paulo, realizado na quarta-feira (1º), Guto Antunes, head de ativos digitais do banco, afirmou que a instituição estuda maneiras de ampliar sua atuação com Bitcoin (BTC) e stablecoins.

O executivo destacou que as recentes políticas pró-cripto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, somadas à crescente adoção institucional do Bitcoin por empresas e governos, marcam um ponto de mudança no mercado. 

De acordo com Antunes, essa movimentação acelera a integração das criptomoedas ao sistema financeiro tradicional, criando um ecossistema híbrido que combina inovação e segurança regulatória.

Para ele, a principal mudança no debate sobre criptoativos não é mais sua viabilidade, mas sim como os governos podem utilizá-los como instrumentos de controle monetário. No entanto, Antunes ressalta que ainda há muitas incertezas sobre a regulamentação. 

Stablecoins no radar do Itaú

Diante desse cenário, o Itaú estuda a possibilidade de lançar sua própria stablecoin. Antunes revelou que “sempre esteve no radar do Itaú essa questão das stablecoins”. 

"Não podemos ignorar a força que a blockchain tem para liquidar transações de forma atômica, e as stablecoins facilitam todo esse processo", afirmou o executivo. Ele ressaltou que o banco aguarda à Consulta Pública 111/2024 do Banco Central, que pode definir as diretrizes para esse mercado no país.

“Dependemos da consulta para entender o que podemos fazer. As stablecoins já são úteis para o cliente, mas precisamos saber como avançar nesse tema”, destacou o executivo. 

Debate sobre autocustódia e regulamentação

Um dos pontos mais polêmicos da regulação proposta pelo Banco Central é a proibição da transmissão de ativos virtuais denominados em moeda estrangeira para carteiras autocustodiadas. Antunes defende que o BC adote um sistema de aprovação de stablecoins, permitindo o controle necessário sem prejudicar a inovação no setor.


 

Stablecoins

Binance descontinua negociação de USDT na União Europeia

Exchange removeu a negociação de USDT e outras stablecoins na EEA devido ao regulamento MiCA

terça, 01 de abril, 2025 - 18:42

Redação MyCryptoChannel

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A Binance descontinuou os pares de negociação spot envolvendo o USDT da Tether na Área Econômica Europeia (EEA), conforme o Regulamento de Mercados em Criptoativos (MiCA). A mudança faz parte de um plano anunciado em março, que estabelecia o fim da negociação desses tokens até 31 de março de 2025.

Binance segue novas regras para stablecoins

O regulamento MiCA, que quer padronizar o mercado de criptoativos na União Europeia, impõe restrições a stablecoins que não se adequam aos critérios estabelecidos. Como resultado, a Binance removeu diversos pares de negociação spot, incluindo tokens como Dai (DAI), TrueUSD (TUSD), Pax Dollar (USDP) e TerraClassicUSD (USTC).

Apesar disso, usuários da Binance na EEA ainda podem armazenar esses ativos em suas carteiras e negociá-los em contratos perpétuos, o que mantém algumas opções para investidores que utilizam essas stablecoins.

Outras exchanges seguem o mesmo caminho

A Binance não foi a única plataforma a remover pares de negociação spot de stablecoins não conformes com o MiCA. A Kraken também anunciou restrições semelhantes e, desde 24 de março, limitou o USDT ao modo de venda na EEA, impedindo novos depósitos ou compras do token na região.

O plano de deslistagem da Kraken incluiu cinco tokens principais: USDT, PayPal USD (PYUSD), Tether EURt (EURT), TrueUSD e TerraClassicUSD. A decisão da exchange reforça a necessidade de adaptação ao novo cenário regulatório europeu.