sexta, 04 de abril, 2025

Stablecoins

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S&P avalia estabilidade das stablecoins, com USDC, USDP e GUSD no topo

Avaliações são baseadas na qualidade dos ativos que respaldam as stablecoins, além de regulamentação, governança e outros fatores

terça, 12 de dezembro, 2023 - 17:40

Redação MyCryptoChannel

A S&P Global Ratings divulgou sua avaliação de estabilidade da stablecoin nesta terça-feira, classificando oito das principais stablecoins em uma escala de “fraco” a “forte”.

 

Para essa avaliação, os analistas da S&P estudar a qualidade dos ativos que as garantem. A qualidade geral é medida pelos riscos de custódia, crédito, valor de mercado, regulamentação, governança, supervisão, liquidez, capacidade de resgate e tecnologia.
 

As stablecoins que receberam avaliações fortes são:

  • USDC, emitida pela Circle e Coinbase
  • USDP, emitida pela Paxos
  • GUSD, emitida pela Gemini

As stablecoins que receberam avaliações restritas são:
 

  • USDT, emitida pela Tether
  • DAI, emitida pela MakerDAO
  • FDUSD, emitida pelaFirst Digital Limited

As stablecoins que receberam avaliações fracas são:

  • FRAX, emitida pela Frax Finance
  • TUSD, emitida pela TrustToken
     

 

Nenhuma das stablecoins listadas na recebeu avaliação “muito forte”, a qual é a nota mais alta. O diretor sênior da S&P Global Ratings, Mohamed Damak, disse à Blockworks que “das 8 stablecoins que avaliamos, quatro foram sujeitas a um ajuste negativo”.

 


“O feedback consistente foi que o mercado não tem transparência ou visão sobre os riscos inerentes às diferentes stablecoins”, destacou Damak. “Embora o mercado esteja concentrado, à medida que o ecossistema DeFi cresce, prevemos um universo crescente de moedas e casos de uso.”

Stablecoins

USDC é a stablecoin mais adquirida na América Latina em 2024, superando o Bitcoin

De acordo com levantamento da Bitso, USDC se torna a moeda mais comprada na América Latina e no Brasil por preocupações com economias locais

sexta, 14 de março, 2025 - 13:10

Redação MyCryptoChannel

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Pela primeira vez, a stablecoin USDC, lastreada no dólar americano, foi o criptoativo mais adquirido pelos investidores da América Latina no ano 2024, de acordo com a pesquisa Panorama Cripto na América Latina, realizada pela exchange Bitso. 

A pesquisa revela que a USDC representou 24% do volume total de compras de criptoativos na região no último ano, superando o Bitcoin (BTC), que teve 22%.

As stablecoins dominaram as compras de criptoativos na América Latina, representando 39% do volume total, uma valorização em relação aos 30% registrados em 2023. 

A USDT, outra stablecoin, ocupou a terceira posição com 15%, demonstrando uma preferência crescente por essas moedas digitais atreladas a ativos tradicionais.

Crescimento das stablecoins no Brasil

No Brasil, a tendência observada na América Latina se repete. As stablecoins, USDC e USDT, representaram 26% das aquisições de criptomoedas em 2024, com o Bitcoin ficando em segundo lugar com 22% das compras. 

O estudo também apontou um aumento significativo nas memecoins, com destaque para o token PEPE, que viu um crescimento de 12 pontos percentuais na participação nas carteiras dos investidores brasileiros em comparação com 2023. 

Para Bárbara Espir, Country Manager da Bitso Brasil, isso é sinal do amadurecimento do mercado brasileiro, com os investidores se tornando mais experientes e diversificando suas carteiras de ativos digitais.

O que impulsiona o sucesso das stablecoins?

As stablecoins são criptomoedas cujo valor está atrelado a outros ativos, como o dólar, o real ou commodities como o ouro. O principal objetivo dessas moedas digitais é manter um valor estável, facilitando a circulação de valores na blockchain.

A pesquisa da Bitso aponta que, em 2024, a instabilidade econômica em países da América Latina, como Brasil, Argentina, Colômbia e México, impulsionou a adoção das stablecoins. 

A desvalorização das moedas locais em relação ao dólar fez com que investidores buscassem essas moedas digitais como uma forma de proteger seu poder de compra e dolarizar seus portfólios.
 

Stablecoins

Mercado cripto brasileiro inova mais uma vez com o lançamento da stablecoin BRL1

As exchanges Bitso, Foxbit e Mercado Bitcoin lideram o lançamento da BRL1

terça, 11 de março, 2025 - 14:06

Redação MyCryptoChannel

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Stablecoins não são só estrangeiras. As exchanges Bitso, Foxbit, Mercado Bitcoin (MB) e a provedora de liquidez Cainvest anunciaram o lançamento da BRL1, uma stablecoin lastreada no real. 

Uma das principais vantagens da BRL1 é a conversão gratuita entre a stablecoin e o real nas exchanges participantes, sem taxas adicionais, tornando o processo ainda mais fácil com a integração de várias exchanges. 

Inovação no mercado brasileiro 

Para fortalecer ainda mais a liquidez, a Cainvest oferecerá uma plataforma de RFQ (Request for Quote), permitindo conversões diretas entre stablecoins lastreadas em dólar (USDT e USDC), facilitando a integração entre ativos globais e a BRL1.O projeto também conta com a assessoria jurídica do escritório Pinheiro Neto Advogados. 

Fabrício Tota, VP de Novos Negócios do Mercado Bitcoin, ressalta que a BRL1 é mais do que uma simples stablecoin: “Ao permitir transferências diretas entre exchanges, sem fricção, estamos criando um ecossistema mais eficiente e integrado para todos os participantes”, afirma Tota.

Ricardo Dantas, CEO da Foxbit, complementa que a criação da BRL1 representa um marco importante para o mercado cripto brasileiro. “Nosso objetivo é impulsionar a adoção e fortalecer a infraestrutura do setor, contribuindo para um ambiente mais acessível e confiável”, explica Dantas.

Expectativas do BRL1 

A BRL1 também se destaca pela sua estratégia de distribuição de rentabilidade, criando novas oportunidades para exchanges e parceiros institucionais. A previsão é que o volume de emissão da stablecoin ultrapasse R$ 50 milhões em 2025, com a possibilidade de alcançar R$ 100 milhões no primeiro ano.

Bárbara Espir, Country Manager da Bitso, afirma que a stablecoin BRL1 é um reflexo da maturidade do mercado cripto brasileiro, que já é referência mundial pela regulação avançada e adoção de tecnologias de pagamento, como o PIX.