sexta, 04 de abril, 2025

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Bolero lança 'Song Shares' para artistas, com inovações da música na Web3

Modele oferece partes das músicas com distribuição dos royalties para usuários

quinta, 10 de agosto, 2023 - 14:44

Redação MyCryptoChannel

A startup francesa Bolero está na vanguarda da música Web3, com seu modelo 'Song Shares que oferece aos fãs uma micropropriedade sobre a música de um artista. Dessa forma, permitindo que eles ganhem uma porcentagem de quaisquer royalties gerados pela música.

O primeiro lançamento do Bolero foi com a faixa de platina "Brothers", lançada pelo rapper francês Rilès em 2016. A startup coletou receita de 1º de fevereiro até o dia 30 de abril, incluindo streaming, downloads e visualizações do videoclipe no YouTube e outras plataformas de vídeo. 

O CEO da Bolero, William Bailey, afirmou que isso gerou um retorno sobre o investimento de 9,2% em um ano. Bailey explica que esse caso confirmou o potencial de investimento em músicas já lançadas, abrindo novas oportunidades para os catálogos dos artistas.

O DJ e produtor francês de techno, Agoria, também fez um lançamento exclusivo na plataforma, e distribuiu todos os royalties aos colecionadores de seus NFTs. Bailey disse que o lançamento do DJ foi um ponto de virada da Bolero, com a gravação 100% compartilhada. Ele ainda afirmou que “das 2.500 ações criadas, 265 foram vendidas em seis horas, e o restante foi reclamado por colecionadores a 80%.”

Até o momento, mais de 30 artistas, principalmente das cenas hip hop e techno, já se juntaram ao empreendimento e Bailey se mostra animado com o modelo. Em entrevista ao Decrypt, o CEO da Bolero destaca que “os compartilhamentos de músicas são o principal caso de uso na música que pode impulsionar a adoção, introduzir uma nova ferramenta no modelo econômico dos artistas e atender ao consumidor médio de música e ao fã de música”.

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MIT e Harvard lançam aceleradora para startups Web3

Ex-alunos das universidades se unem para impulsionar o ecossistema cripto de Cambridge

sexta, 08 de março, 2024 - 16:05

Redação MyCryptoChannel

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O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e ex-alunos de Universidade de Harvard anunciaram o lançamento do MIT x Harvard Blockchain Accelerator, um programa inovador para apoiar startups Web3 em estágio inicial. A iniciativa visa fortalecer o ecossistema cripto de Cambridge. 

O acelerador é um programa não dilutivo e não fará investimentos nas startups participantes. “A aceleradora não obtém nenhum patrimônio nas startups que aceleramos”, explica Sam Lehman, um dos principais contribuidores do programa. "Não buscamos participação acionária nas empresas, mas sim contribuir para o seu sucesso”.  

A equipe de mentores do acelerador reúne nomes de peso do mundo blockchain, incluindo Tieshun Roquerre (fundador do Blur e Blast), Keone Hon e Eunice Giarta (cofundadores da Monad Labs), Kenny Li (cofundador da Manta Network) e Mirza Uddin (chefe de desenvolvimento de negócios da Injective Labs). Além disso, membros de empresas de criptografia como a16z, Avalanche, Dragonfly, Galaxy Digital, Nascent e Polygon também contribuem com o programa. 

Para participar do acelerador, as startups devem ter pelo menos um membro com vínculo ao MIT ou Harvard. Isso inclui alunos (graduação ou pós-graduação), ex-alunos, professores, pesquisadores e funcionários. 

O programa de aceleração terá duração de três meses, com início em abril e término em junho. Para Lehman o objetivo do programa é “tornar os ecossistemas de ex-alunos do MIT e Harvard e o ecossistema criptográfico mais amplo de Cambridge tão fortes quanto possível”. 

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Telefónica e Chainlink se unem para combater ataques de SIM swap e proteger transações Web3

Integração utiliza a API de SIM swap do GSMA Open Gateway e a tecnologia de oráculos da Chainlink

sexta, 16 de fevereiro, 2024 - 10:15

Redação MyCryptoChannel

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Telefónica, gigante espanhola de telecomunicações, e a Chainlink, provedora de oráculos Web3, anunciaram uma parceria estratégica para fortalecer a segurança contra ataques de SIM swap, uma técnica de hacking que visa roubar dados e acessar contas online. 

A colaboração permitirá a "conexão segura" de contratos inteligentes com APIs do GSMA Open Gateway, possibilitando a verificação de dados de diferentes fontes através da Chainlink. Essa integração garante que o cartão SIM de um dispositivo não tenha sido alterado sem autorização, protegendo as transações blockchain e adicionando uma camada de segurança contra fraudes. 

A iniciativa marca o "primeiro caso de uso" da API de SIM swap do GSMA Open Gateway, posicionando a Telefónica como líder na implementação de soluções Web3. Yaiza Rubio Viñuela, diretora de metaverso da empresa, destaca que essa parceria permitirá à Telefónica estar na vanguarda da "web do futuro", ao lado dos desenvolvedores que moldam essa nova era da internet. 

Essa não é a primeira iniciativa Web3 da Telefónica no Web3. Em 2022, a empresa integrou pagamentos com Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e outras criptomoedas em seu mercado online, e recentemente se uniu à Nova Labs para reduzir custos de infraestrutura e expandir a cobertura no México utilizando a tecnologia blockchain.